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	<title>Arquivo de urologia - My Urologia</title>
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	<description>Notícias atualizadas sobre saúde urológica, tratamentos e bem-estar masculino e feminino. Informação de confiança para uma vida com mais qualidade.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Apr 2026 17:09:43 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de urologia - My Urologia</title>
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		<title>Marque na agenda: II Congresso Português de Urologia Oncológica acontece em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:50:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O II Congresso Português de Urologia Oncológica vai decorrer entre os dias 7 e 9 de maio, na Figueira da Foz. O primeiro dia será dedicado a workshops, e os restantes irão abordar várias temáticas que interessam às duas especialidades. O evento inicia-se com uma sessão dedicada ao cancro do rim, especificamente ao novo paradigma sistémico [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O II Congresso Português de Urologia Oncológica vai decorrer entre os dias 7 e 9 de maio, na Figueira da Foz. O primeiro dia será dedicado a <em>workshops</em>, e os restantes irão abordar várias temáticas que interessam às duas especialidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento inicia-se com uma sessão dedicada ao cancro do rim, especificamente ao novo paradigma sistémico e a sua interseção com a cirurgia e patologia, seguindo-se o paradigma perioperatório e a preservação do órgão no que ao cancro da bexiga diz respeito. Inovação e tecnologia, Medicina de Precisão no cancro do testículo e telecirurgia são outros tópicos que constam no programa científico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais&nbsp;<a href="https://www.admedic.pt/eventos/ii-congresso-portugues-de-urologia-oncologica.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Congresso da APU 2025 com adesão recorde e balanço positivo</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/congresso-da-apu-2025-com-adesao-recorde-e-balanco-positivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Associação Portuguesa de Urologia (APU), Miguel Ramos, deu uma entrevista à News Farma para partilhar o balanço do Congresso de 2025. O representante mostrou estar bastante satisfeito com a adesão e participação de todos os envolvidos, mencionando inscrições recorde. Segundo foi apurado, o número de inscritos rondou os 570, sendo que a grande [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Associação Portuguesa de Urologia (APU), <strong>Miguel Ramos</strong>, deu uma entrevista à News Farma para partilhar o balanço do Congresso de 2025. O representante mostrou estar bastante satisfeito com a adesão e participação de todos os envolvidos, mencionando inscrições recorde.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MIGUEL RAMOS" src="https://player.vimeo.com/video/1133445253?h=21aa11e003&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo foi apurado, o número de inscritos rondou os 570, sendo que a grande maioria não eram portugueses. Para o especialista, estes dados fornece prestígio ao evento e acrescenta responsabilidade à qualidade que querem continuar a entregar. A respeito dos trabalhos e apresentações, o balanço também é positivo, porque a comissão organizadora recebeu 200 resumos e possibilitou 160 apresentações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, destacou o acesso a ‘’novidades e&nbsp;<em>updates&nbsp;</em>sobre o estado da arte’’ de várias patologias oncológicas, entre elas do rim, bexiga e próstata, e a nova geração de urologistas e internos que projetam um futuro promissor da área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Miguel Ramos avaliou todas as sessões como “muito interessantes” e com um ambiente participativo que agradou tanto aos congressistas como à indústria presente. “De uma maneira geral, estão satisfeitos, e eu também me sinto satisfeito. Ficamos contentes com o desenrolar dos trabalhos até agora”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2025 realizou-se nos dias 23 a 26 de outubro, no Porto.</p>
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		<item>
		<title>Colaboração multidisciplinar: a chave para o sucesso no cancro urológico</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/colaboracao-multidisciplinar-a-chave-para-o-sucesso-no-cancro-urologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Rabaça, especialista em Urologia e presidente do Congresso Português de Urologia Oncológica 2025, e&#160;Miguel Barbosa, especialista em Oncologia e membro da comissão organizadora do evento, destacam a importância deste evento na promoção da colaboração multidisciplinar entre oncologistas, urologistas e outras especialidades no tratamento do cancro urológico. Eventos como este são cruciais para “discutirmos os [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carlos Rabaça</strong>, especialista em Urologia e presidente do Congresso Português de Urologia Oncológica 2025, e&nbsp;<strong>Miguel Barbosa</strong>, especialista em Oncologia e membro da comissão organizadora do evento, destacam a importância deste evento na promoção da colaboração multidisciplinar entre oncologistas, urologistas e outras especialidades no tratamento do cancro urológico. Eventos como este são cruciais para “discutirmos os assuntos que dizem respeito a ambas as especialidades e, nesse sentido, podermos providenciar o melhor tratamento aos nossos doentes”. Assista aos depoimentos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CARLOS RABAÇA" src="https://player.vimeo.com/video/1086418182?h=6d98ce361e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo Carlos Rabaça, essa multidisciplinaridade permite que “pessoas de diferentes áreas falem sobre a mesma doença e todos nós aprendemos com isso. Porque nós necessariamente vemo-las muitas vezes de maneiras diferentes, mas se as virmos da mesma forma, conseguimos ser muito mais produtivos no tratamento da doença, no [seu] estudo e na evolução do tratamento da doença”, explicou o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico urologista menciona que, embora já existam sociedades multidisciplinares para outras patologias, faltava uma na urologia. Carlos Rabaça conclui que a iniciativa de criar uma sociedade dedicada ao cancro urológico vem preencher “uma lacuna que estava vazia há muito tempo e que nunca tinha sido preenchida. Felizmente, as diversas sociedades envolvidas aderiram de forma entusiástica à ideia e temos aqui representantes da Sociedade Portuguesa de Oncologia, da Sociedade Portuguesa de Radioterapia, da Sociedade Portuguesa de Imagiologia, Medicina Nuclear, Anestesia e portanto, houve uma aderência muito grande das diversas especialidades. Isso para nós é muito, muito agradável”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MIGUEL BARBOSA" src="https://player.vimeo.com/video/1086420317?h=f828e1528d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Miguel Barbosa enfatiza a necessidade de mudar um paradigma na urologia oncológica para uma abordagem multidisciplinar. Para tal, o especialista explica que: “Os tumores que infelizmente tinham uma taxa de mortalidade muito rápida. Com as novas armas terapêuticas, nós temos aumentado o tempo de vida, portanto urologistas e oncologistas têm que falar. Nos outros tumores de crescimento mais indolente, nós também sabemos que ainda podemos melhorar os outcomes se introduzimos mais cedo outras armas terapêuticas. Mais uma vez, oncologistas, urologistas e outras especialidades têm que conversar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando questionado sobre o futuro da Sociedade Portuguesa de Urologia Oncológica, o oncologista referiu: “Eu acho que o futuro desta sociedade será brilhante. Primeiro, pela qualidade das pessoas envolvidas. Segundo, pela oportunidade, porque na realidade havia muita falta deste tipo de sociedade e de eventos”. Termina assumindo que: “No final do dia, quem mais beneficia desta interação acabam por ser os nossos doentes e, portanto, em boa hora, que este tipo de eventos sucede”.</p>
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		<item>
		<title>A importância de reduzir a radiação na cirurgia urológica</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/vitor-cavadas-defende-reducao-da-radiacao-na-cirurgia-urologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[radiação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É necessário adotar medidas eficazes para minimizar a exposição à radiação na cirurgia urológica, tanto para os profissionais de saúde como para os doentes. A convicção foi partilhada pelo urologista Vitor Cavadas em entrevista à News Farma. Assista às declarações. O urologista explicou que a cirurgia percutânea é o procedimento com maior nível de exposição [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">É necessário adotar medidas eficazes para minimizar a exposição à radiação na cirurgia urológica, tanto para os profissionais de saúde como para os doentes. A convicção foi partilhada pelo urologista <strong>Vitor Cavadas</strong> em entrevista à News Farma. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="VITOR CAVADAS" src="https://player.vimeo.com/video/1133445024?h=150b60249e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O urologista explicou que a cirurgia percutânea é o procedimento com maior nível de exposição à radiação, quando comparada com a cirurgia endoscópica retrógrada ou com a litotrícia por ondas de choque. “É essencial compreender a quantidade de radiação associada a cada intervenção e conhecer os limites de segurança que não devem ser ultrapassados”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua apresentação, abordou estratégias práticas para reduzir a exposição radiológica, tanto para o doente como para toda a equipa presente no bloco operatório, caracterizando-as “medidas simples, eficazes e que podem reduzir significativamente o risco de efeitos nocivos para a saúde”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vitor Cavadas destacou o uso de sistemas de fusão de imagens ecográficas intraoperatórias, que permitem dirigir os procedimentos com menor necessidade de radiação. Estes métodos são especialmente promissores para cirurgiões em início de carreira, uma vez que pode diminuir a curva de aprendizagem e, consequentemente, a exposição cumulativa à radiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comentário a estas soluções, o especialista apontou que, apesar de ainda apresentarem algumas limitações técnicas, como pequenos desvios na correspondência entre as imagens adquiridas, estas representam um avanço importante no caminho para uma cirurgia urológica mais segura e menos dependente da radiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O participante na mesa-redonda dedicada à litíase no Congresso da Associação Portuguesa de Urologia, apresentou o tema “Intraoperative Imaging – Minimizing Radiation Exposure” no Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2025, que aconteceu entre 23 e 26 de outubro, no Porto.</p>
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		<item>
		<title>ULS de Coimbra atinge marco histórico com a 100.ª cirurgia robótica em Urologia</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/uls-de-coimbra-atinge-marco-historico-com-a-100-a-cirurgia-robotica-em-urologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[robótica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra realizou a sua centésima cirurgia robótica na especialidade de Urologia, consolidando o seu compromisso com a inovação tecnológica e a excelência assistencial. No total, o programa de cirurgia robótica da instituição já ultrapassou as 250 intervenções em diferentes especialidades, garantindo procedimentos minimamente invasivos que oferecem maior precisão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra realizou a sua centésima cirurgia robótica na especialidade de Urologia, consolidando o seu compromisso com a inovação tecnológica e a excelência assistencial. No total, o programa de cirurgia robótica da instituição já ultrapassou as 250 intervenções em diferentes especialidades, garantindo procedimentos minimamente invasivos que oferecem maior precisão cirúrgica e uma recuperação mais rápida para os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia que assinalou este marco foi realizada num doente de 69 anos, diagnosticado com cancro da próstata localizado, que foi submetido a uma prostatectomia radical por via laparoscópica assistida por robô. Segundo Arnaldo Figueiredo, diretor do Serviço de Urologia, o principal objetivo deste procedimento é alcançar o controlo oncológico sem comprometer a qualidade de vida do doente, preservando a continência urinária e a função sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia robótica permite uma visualização ampliada das estruturas anatómicas e uma abordagem mais precisa, mas o sucesso da intervenção continua a depender da experiência do cirurgião. “O fator determinante para os resultados continua a ser o cirurgião, o robô é um importante instrumento que o ajuda”, sublinha Arnaldo Figueiredo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da Urologia, as especialidades de Cirurgia Geral e Ginecologia também estão próximas de atingir a marca das 100 cirurgias robóticas na ULS de Coimbra. Para Alexandre Lourenço, presidente do conselho de administração da instituição, este número reflete o empenho das equipas médicas e os benefícios inegáveis para os doentes. “Estamos a recuperar tempo na área da cirurgia robótica. Este número demonstra bem o empenho e a excelência da equipa, com ganhos inegáveis para os nossos utentes. Esta é, sem dúvida, uma aposta ganha”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ULS de Coimbra prevê ainda expandir o uso da cirurgia robótica a novas especialidades ao longo do ano, incluindo Ortopedia, Otorrinolaringologia e Cirurgia Cardiotorácica, reforçando o compromisso com a inovação e a melhoria contínua dos cuidados prestados aos doentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Médica interna da ULS São João vence Bolsa de Investigação em Urologia</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/medica-interna-da-uls-sao-joao-vence-bolsa-de-investigacao-em-urologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:54:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A médica interna do Serviço de Urologia da ULS São João Teresa Pina-Vaz venceu a Bolsa de Investigação em Urologia 2024, atribuída pela Associação Portuguesa de Urologia. Este prémio reconhece o seu trabalho &#8220;inovador&#8221; sobre os sintomas do trato urinário inferior no homem LUTS (Lower Urinary Tract Symptoms), uma condição frequente com o avançar da [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myurologia.pt/atualidade/medica-interna-da-uls-sao-joao-vence-bolsa-de-investigacao-em-urologia/">Médica interna da ULS São João vence Bolsa de Investigação em Urologia</a> aparece primeiro em <a href="https://myurologia.pt">My Urologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A médica interna do Serviço de Urologia da ULS São João Teresa Pina-Vaz venceu a Bolsa de Investigação em Urologia 2024, atribuída pela Associação Portuguesa de Urologia. Este prémio reconhece o seu trabalho &#8220;inovador&#8221; sobre os sintomas do trato urinário inferior no homem LUTS (<em>Lower Urinary Tract Symptoms</em>), uma condição frequente com o avançar da idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo tem como foco a exploração do microbioma urinário e prostático e a sua relação com a inflamação intraprostática, um fator apontado como determinante na sintomatologia, na patogénese e na progressão da Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob o título “O papel do microbioma urinário e prostático na génese dos sintomas do trato urinário inferior no homem e no desenvolvimento de hiperplasia benigna da bróstata”, o projeto tem como principal objetivo “determinar se as comunidades bacterianas residentes no trato urinário inferior influenciam o ambiente inflamatório e imunológico local”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da caracterização do microbioma urinário masculino, a investigação contempla a análise dos metabolitos urinários produzidos por estas bactérias, permitindo compreender o seu impacto além da simples colonização. “A investigação também levanta a hipótese de que o microbioma urinário e prostático estar correlacionado com o volume prostático e os níveis de PSA, oferecendo assim novas perspetivas sobre a patologia”, explica Teresa Pina-Vaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destacando-se pela abordagem inovadora, este trabalho junta a caracterização do microbioma e a análise metabólica, potenciando novas compreensões sobre a interação entre microrganismos e o sistema prostático. “Pouco se sabe sobre a caracterização do microbioma masculino e a sua relação com os LUTS ou a HBP, por esse motivo, este estudo pretende preencher essa lacuna de conhecimento, oferecendo um contributo pioneiro nesta área de investigação”, sublinha Teresa Pina-Vaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica e investigadora salienta ainda que “o paradigma atual já indica que os microrganismos desempenham um papel relevante para além da infeção, sendo essencial que o urologista compreenda este ecossistema e seja capaz de integrar esta informação na abordagem clínica e terapêutica aos doentes. Acredito por isso que as suas implicações na saúde e na doença justificam que seja alvo de estudo prioritário”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myurologia.pt/atualidade/medica-interna-da-uls-sao-joao-vence-bolsa-de-investigacao-em-urologia/">Médica interna da ULS São João vence Bolsa de Investigação em Urologia</a> aparece primeiro em <a href="https://myurologia.pt">My Urologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Uroginecologia: subespecialidade vem dar resposta a uma lacuna na saúde da mulher</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/uroginecologia-a-nova-subespecialidade-que-vem-dar-resposta-a-uma-lacuna-na-saude-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A criação da subespecialidade de Uroginecologia marca um passo decisivo na evolução da Ginecologia em Portugal. Quem o diz é&#160;Bercina Candoso, atual presidente da Secção de Uroginecologia da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, que defende o seguinte: com o reconhecimento formal desta área, dá-se resposta a uma necessidade antiga, oferecendo às mulheres uma abordagem estruturada e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A criação da subespecialidade de Uroginecologia marca um passo decisivo na evolução da Ginecologia em Portugal. Quem o diz é&nbsp;<strong>Bercina Candoso</strong>, atual presidente da Secção de Uroginecologia da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, que defende o seguinte: com o reconhecimento formal desta área, dá-se resposta a uma necessidade antiga, oferecendo às mulheres uma abordagem estruturada e multidisciplinar aos problemas do pavimento pélvico. Leia o artigo de opinião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A subespecialidade de Uroginecologia foi criada para responder à necessidade de cuidados mais especializados no diagnóstico e tratamento das disfunções do pavimento pélvico feminino, tais como prolapsos e incontinência urinária, problemas cada vez mais prevalentes devido ao envelhecimento da população. Como tal, sinto a responsabilidade de explicar as razões, o impacto esperado e os próximos passos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Faltava uma resposta integrada às doenças do pavimento pélvico”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ginecologia sempre respondeu a muitos aspectos da saúde da mulher, mas havia um domínio pouco valorizado: a saúde do pavimento pélvico. Patologias como a incontinência urinária, os prolapsos genitais ou algumas disfunções sexuais são extremamente frequentes e têm impacto direto na qualidade de vida. No entanto, até agora não existia um percurso formativo ou clínico estruturado que garantisse cuidados uniformes e diferenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, as doentes muitas vezes circulavam entre várias especialidades — Ginecologia, Urologia, Fisiatria — sem uma visão integrada. A criação da subespecialidade vem precisamente colmatar essa lacuna, trazendo diferenciação técnica e científica e oferecendo uma abordagem verdadeiramente multidisciplinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Foi um processo conjunto, com sociedades científicas, universidades e associações de doentes”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este processo só foi possível graças à colaboração de múltiplos parceiros. Tivemos a colaboração&nbsp; activa da Sociedades Portuguesa de Ginecologia, o envolvimento do Colégio da Especialidade da Ordem dos Médicos, com a Secção Portuguesa de Uroginecologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi essencial ouvir as doentes, que nos transmitiram de forma muito clara as dificuldades vividas no dia a dia. Por fim, houve uma aproximação a entidades internacionais, como a&nbsp;<em>European Urogynaecological Association</em>, que nos ajudaram a alinhar os critérios de formação e de prática clínica com os padrões europeus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“O impacto será maior rapidez no diagnóstico, tratamentos mais eficazes e melhores resultados cirúrgicos”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto desta subespecialidade será profundo. Em primeiro lugar, permitirá diagnósticos mais rápidos e precisos, evitando anos de sofrimento e encaminhamentos sucessivos. Em segundo lugar, possibilitará tratamentos personalizados, que combinam cirurgia, terapêuticas conservadoras e reabilitação, sempre com foco na qualidade de vida da mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista hospitalar, haverá maior concentração de experiência em centros especializados, o que aumenta a segurança dos procedimentos e melhora os resultados funcionais. A nova subespecialidade será também um motor de investigação, incentivando o desenvolvimento de técnicas cirúrgicas minimamente invasivas e novas abordagens terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Queremos organizar uma rede: centros de referência e hospitais secundários a trabalhar em articulação”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nossa visão é de uma rede organizada e hierarquizada. Nos hospitais centrais e universitários deverão surgir unidades especializadas de Uroginecologia, capazes de tratar os casos mais complexos e de funcionar como polos de formação e investigação. Estes centros trabalharão em estreita colaboração com hospitais secundários, que poderão acompanhar casos menos complexos, e com os Cuidados de Saúde Primários, que terão um papel crucial no rastreio e referenciação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspeto essencial será a interdisciplinaridade. A Uroginecologia exige a colaboração de ginecologistas, urologistas, fisiatras, fisioterapeutas especializados em pavimento pélvico, psicólogos e outros profissionais. Só assim se conseguirá responder de forma completa a patologias multifatoriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Os próximos passos passam pela formação e pela comunicação”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próximos passos são claros. Na área da formação, vamos lançar programas de&nbsp;<em>fellowship</em>&nbsp;em Uroginecologia, bem como cursos acreditados dirigidos a ginecologistas. Paralelamente, vamos apostar na sensibilização dos médicos de família, pois são muitas vezes o primeiro contacto das doentes e têm um papel determinante na referenciação precoce e adequada a esta subespecialidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo da comunicação, queremos atuar em duas frentes. Por um lado, junto da comunidade médica, através de congressos,&nbsp;<em>webinars</em>&nbsp;e publicações científicas, para uniformizar práticas e divulgar conhecimento. Por outro lado, junto da população em geral, com campanhas de sensibilização que ajudem a quebrar tabus, sobretudo em torno da incontinência urinária e do prolapso genital. Só assim conseguiremos que mais mulheres procurem ajuda de forma atempada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A criação da subespecialidade de Uroginecologia é mais do que uma conquista médica: é um compromisso com a saúde e dignidade das mulheres. Ao reconhecer a especificidade das doenças do pavimento pélvico e ao oferecer uma resposta estruturada, diferenciada e multidisciplinar, abre-se uma nova etapa na prática clínica, na formação médica e na investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem: Atlas da Saúde</p>
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