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	<title>Arquivo de cancro - My Urologia</title>
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	<description>Notícias atualizadas sobre saúde urológica, tratamentos e bem-estar masculino e feminino. Informação de confiança para uma vida com mais qualidade.</description>
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	<title>Arquivo de cancro - My Urologia</title>
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		<title>Colaboração multidisciplinar: a chave para o sucesso no cancro urológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Rabaça, especialista em Urologia e presidente do Congresso Português de Urologia Oncológica 2025, e&#160;Miguel Barbosa, especialista em Oncologia e membro da comissão organizadora do evento, destacam a importância deste evento na promoção da colaboração multidisciplinar entre oncologistas, urologistas e outras especialidades no tratamento do cancro urológico. Eventos como este são cruciais para “discutirmos os [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carlos Rabaça</strong>, especialista em Urologia e presidente do Congresso Português de Urologia Oncológica 2025, e&nbsp;<strong>Miguel Barbosa</strong>, especialista em Oncologia e membro da comissão organizadora do evento, destacam a importância deste evento na promoção da colaboração multidisciplinar entre oncologistas, urologistas e outras especialidades no tratamento do cancro urológico. Eventos como este são cruciais para “discutirmos os assuntos que dizem respeito a ambas as especialidades e, nesse sentido, podermos providenciar o melhor tratamento aos nossos doentes”. Assista aos depoimentos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CARLOS RABAÇA" src="https://player.vimeo.com/video/1086418182?h=6d98ce361e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo Carlos Rabaça, essa multidisciplinaridade permite que “pessoas de diferentes áreas falem sobre a mesma doença e todos nós aprendemos com isso. Porque nós necessariamente vemo-las muitas vezes de maneiras diferentes, mas se as virmos da mesma forma, conseguimos ser muito mais produtivos no tratamento da doença, no [seu] estudo e na evolução do tratamento da doença”, explicou o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico urologista menciona que, embora já existam sociedades multidisciplinares para outras patologias, faltava uma na urologia. Carlos Rabaça conclui que a iniciativa de criar uma sociedade dedicada ao cancro urológico vem preencher “uma lacuna que estava vazia há muito tempo e que nunca tinha sido preenchida. Felizmente, as diversas sociedades envolvidas aderiram de forma entusiástica à ideia e temos aqui representantes da Sociedade Portuguesa de Oncologia, da Sociedade Portuguesa de Radioterapia, da Sociedade Portuguesa de Imagiologia, Medicina Nuclear, Anestesia e portanto, houve uma aderência muito grande das diversas especialidades. Isso para nós é muito, muito agradável”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MIGUEL BARBOSA" src="https://player.vimeo.com/video/1086420317?h=f828e1528d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Miguel Barbosa enfatiza a necessidade de mudar um paradigma na urologia oncológica para uma abordagem multidisciplinar. Para tal, o especialista explica que: “Os tumores que infelizmente tinham uma taxa de mortalidade muito rápida. Com as novas armas terapêuticas, nós temos aumentado o tempo de vida, portanto urologistas e oncologistas têm que falar. Nos outros tumores de crescimento mais indolente, nós também sabemos que ainda podemos melhorar os outcomes se introduzimos mais cedo outras armas terapêuticas. Mais uma vez, oncologistas, urologistas e outras especialidades têm que conversar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando questionado sobre o futuro da Sociedade Portuguesa de Urologia Oncológica, o oncologista referiu: “Eu acho que o futuro desta sociedade será brilhante. Primeiro, pela qualidade das pessoas envolvidas. Segundo, pela oportunidade, porque na realidade havia muita falta deste tipo de sociedade e de eventos”. Termina assumindo que: “No final do dia, quem mais beneficia desta interação acabam por ser os nossos doentes e, portanto, em boa hora, que este tipo de eventos sucede”.</p>
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		<title>ULSAAVE realiza primeiras cirurgias assistidas por robot no tratamento do cancro da próstata</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/ulsaave-realiza-primeiras-cirurgias-assistidas-por-robot-no-tratamento-do-cancro-da-prostata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:45:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
		<category><![CDATA[prostata]]></category>
		<category><![CDATA[robot]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde do Alto Ave (ULSAAVE) deu um passo inovador na prestação de cuidados de saúde ao realizar as primeiras cirurgias assistidas por robot cirúrgico. Esta nova tecnologia, aplicada nas especialidades de Urologia, Ginecologia e Cirurgia Geral, representa um avanço significativo para a região, permitindo procedimentos mais precisos e menos invasivos. O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde do Alto Ave (ULSAAVE) deu um passo inovador na prestação de cuidados de saúde ao realizar as primeiras cirurgias assistidas por robot cirúrgico. Esta nova tecnologia, aplicada nas especialidades de Urologia, Ginecologia e Cirurgia Geral, representa um avanço significativo para a região, permitindo procedimentos mais precisos e menos invasivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Serviço de Urologia da ULSAAVE concretizou as duas primeiras cirurgias robóticas para o tratamento do cancro da próstata, através de uma prostatectomia radical. As intervenções foram conduzidas pelos cirurgiões José Preza Fernandes e Pedro Sousa Passos, apoiados por uma equipa multidisciplinar composta por enfermeiros, assistentes, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica e farmacêuticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ULSAAVE, a introdução da cirurgia robótica reforça o compromisso da unidade em oferecer cuidados de excelência, colocando-se ao nível das melhores unidades hospitalares nacionais e internacionais. Este avanço traz benefícios claros para os utentes, permitindo uma recuperação mais rápida e segura, com melhores resultados na preservação da função sexual e da continência urinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concretização deste marco tecnológico foi possível graças ao apoio dos seis municípios que integram a ULSAAVE – Guimarães, Fafe, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Vizela – bem como da Comunidade Intermunicipal, que têm apostado na modernização e melhoria contínua dos serviços de saúde na região.</p>
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		<title>“Os CSP estão preparados e são uma peça chave na consciencialização da população portuguesa para o cancro do ovário”</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/os-csp-estao-preparados-e-sao-uma-peca-chave-na-consciencializacao-da-populacao-portuguesa-para-o-cancro-do-ovario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
		<category><![CDATA[ovário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A propósito do Dia Mundial do Cancro do Ovário,&#160;Bárbara C. Barbosa&#160;e&#160;Carolina Roldão, membros do Grupo de Estudos de Saúde da Mulher da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), e especialistas em MGF na ULS do Alto Minho e ULS do Baixo Mondego, respetivamente, fazem uma reflexão sobre o papel do médico de família [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myurologia.pt/entrevistas/os-csp-estao-preparados-e-sao-uma-peca-chave-na-consciencializacao-da-populacao-portuguesa-para-o-cancro-do-ovario/">“Os CSP estão preparados e são uma peça chave na consciencialização da população portuguesa para o cancro do ovário”</a> aparece primeiro em <a href="https://myurologia.pt">My Urologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A propósito do Dia Mundial do Cancro do Ovário,&nbsp;<strong>Bárbara C. Barbosa</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Carolina Roldão</strong>, membros do Grupo de Estudos de Saúde da Mulher da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), e especialistas em MGF na ULS do Alto Minho e ULS do Baixo Mondego, respetivamente, fazem uma reflexão sobre o papel do médico de família na deteção atempada de cancro do ovário, bem como seguimento e encaminhamento destas doentes. “Capacitar as mulheres para conhecerem o seu corpo e valorizarem as suas queixas é também um passo importante para melhorar o diagnóstico”, refletem. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | De que forma a Medicina Geral e Familiar pode contribuir para a detecção precoce do cancro do ovário? A que sinais devem estes especialistas estar atentos?</strong><br><strong>Bárbara C. Barbosa (BB) &amp; Carolina Roldão (CR) |</strong>&nbsp;Os sintomas do cancro do ovário são muitas vezes inespecíficos e, alguns deles, não se apresentam como queixas que as utentes associam tipicamente a patologia ginecológica o que contribui para que o médico de família seja, em muitos casos, o primeiro especialista a que estas recorrem. Sintomas como aumento do volume abdominal, sensação de enfartamento, saciedade precoce ou mesmo perda de apetite, sensação de peso nos quadrantes inferiores do abdómen ou queixas urinárias (por exemplo, aumento da frequência e urgência urinária) – apesar de, frequentemente, se associarem a outras patologias menos graves – devem gerar uma suspeita e motivar o estudo adicional por parte dos médicos de família.<br>Além disso, um dos papéis fundamentais dos médicos de família é a sensibilização para o tema contribuindo para um aumento da sua literacia em saúde e para que não haja uma desvalorização dos sintomas. Capacitar as mulheres para conhecerem o seu corpo e valorizarem as suas queixas é também um passo importante para melhorar o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Quando existe uma suspeita de um diagnóstico que indica cancro do ovário, que benefícios traz a referenciação ágil para as consultas de especialidade? Como é que o tempo de espera entre uma especialidade e outra impacta o prognóstico das utentes?</strong><br><strong>BB &amp; CR |</strong>&nbsp;Segundo dados da GLOBOCAN relativos ao ano de 2022, foram diagnosticados, em Portugal, 682 novos casos de cancro do ovário o que o fez com que ocupasse o décimo primeiro lugar em termos de incidência de cancro no sexo feminino. Contudo, no mesmo ano, foi o oitavo cancro mais mortal.<br>Sabemos que este é, frequentemente, diagnosticado em fases avançadas — cerca de 70% dos casos são detetados nos estádios III ou IV. A taxa de sobrevivência a cinco anos pode ultrapassar os 90% quando o diagnóstico é precoce contudo desce para menos de 30% quando o mesmo ocorre em fases tardias. Assim o diagnóstico e a referenciação atempada são fundamentais para melhorar o prognóstico das utentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Qual o panorama português atual no que à literacia em saúde diz respeito? Os cuidados de saúde primários estão preparados para abordar estes casos?</strong><br><strong>BB &amp; CR |</strong>&nbsp;De acordo com o relatório “Literacia em Saúde em Portugal” de 2016, 11% da população tem um nível de literacia “inadequado” e 38% apresenta um nível de literacia “problemático” o que nos indica que há ainda um longo caminho para percorrer. O facto de não haver um rastreio organizado, ao contrário do cancro do colo do útero ou da mama, contribui para que a preocupação com este tipo de cancro não esteja tão presente na população. Contudo, o facto de o Médico de Família acompanhar as utentes ao longo da vida, conhecer o meio em que se inserem, o seu nível de literacia, os seus fatores de risco e quais as áreas a intervir para a promoção de estilos de vida saudáveis permite que o aconselhamento e a informação transmitida por este possa ser adaptada e individualizada à realidade das utentes.<br>Acreditamos que os Cuidados de Saúde Primários estão preparados e são uma peça chave quer na consciencialização da população portuguesa para a temática do cancro do ovário quer na atuação no mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | A incidência do cancro do ovário, segundo alguns estudos, vai continuar a aumentar nos próximos anos em cerca de 42%. Considera que a Medicina Geral e Familiar pode ter um papel fundamental na jornada destas doentes e, por sua vez, no número de diagnósticos futuros?</strong><br><strong>BB &amp; CR |</strong>&nbsp;Com uma previsão de aumento de cerca de 42% na incidência do cancro do ovário nos próximos anos, torna-se cada vez mais urgente reforçar o papel dos Cuidados de Saúde Primários, em particular da Medicina Geral e Familiar (MGF), na deteção precoce e acompanhamento destas doentes.<br>A observação continuada e a relação de proximidade com a utente permitem ao médico de família reconhecer alterações subtis e sintomas persistentes, muitas vezes inespecíficos. Estes sinais devem ser valorizados, sobretudo em mulheres pós-menopáusicas ou com fatores de risco conhecidos, como mutações BRCA1/BRCA2 ou antecedentes familiares de cancro ginecológico.<br>Mais do que apenas identificar sintomas, o médico de família pode também intervir preventivamente, promovendo literacia em saúde, incentivando a vigilância ativa e assegurando referenciação célere para especialidades hospitalares, quando necessário. Esta articulação eficaz entre níveis de cuidados é essencial para reduzir atrasos no diagnóstico e melhorar os resultados clínicos.<br>Perante uma doença com tendência crescente, torna-se evidente que a MGF deve ser fortalecida com formação específica, acesso a meios complementares de diagnóstico e canais de referenciação ágeis. O seu papel, além de clínico, é educativo, preventivo e coordenador — colocando-a na linha da frente na resposta ao cancro do ovário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | A propósito do Dia Mundial do Cancro do Ovário, efeméride que chama a atenção para uma doença que se prevê ter mais incidência de ano para ano. Qual deve ser a mensagem reforçada?</strong><br><strong>BB &amp; CR |</strong>&nbsp;O Dia Mundial do Cancro do Ovário, assinalado a 8 de maio, constitui uma ocasião determinante para alertar a população para uma doença cuja incidência e mortalidade continuam a representar um desafio relevante em saúde pública. De acordo com estimativas da International Agency for Research on Cancer (IARC), espera-se um crescimento de aproximadamente 42% no número de novos casos até 2040.<br>A principal mensagem a destacar deve incidir na importância da atenção precoce a sintomas persistentes e pouco valorizados. O cancro do ovário apresenta, nas fases iniciais, manifestações clínicas pouco específicas, como sensação de aumento do volume abdominal, alterações no trânsito intestinal, aumento da frequência urinária ou desconforto pélvico. A ausência de um rastreio eficaz para esta patologia sublinha a importância da vigilância clínica e do conhecimento destes sinais por parte da população.<br>A promoção da literacia em saúde, associada a uma comunicação clara e acessível, é essencial para reduzir o tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico. Paralelamente, é fundamental que os serviços de saúde estejam preparados para responder com celeridade às suspeitas clínicas, assegurando uma abordagem integrada e multidisciplinar.<br>Neste contexto, o Dia Mundial do Cancro do Ovário deve ser uma plataforma de consciencialização pública, mas também um impulso para a melhoria da resposta do sistema de saúde, com vista a diagnósticos mais precoces e a melhores resultados clínicos. Investir em informação é investir em vidas.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Referências:<strong><br>1. International Agency for Research on Cancer (IARC). Cancer Tomorrow: Ovarian cancer projections. Lyon, France: World Health Organization; 2020. Disponível em: https://gco.iarc.fr/tomorrow<br>2. National Ovarian Cancer Coalition (NOCC). Ovarian Cancer Signs &amp; Symptoms. https://ovarian.org<br>3. European Society for Medical Oncology (ESMO). Ovarian Cancer: ESMO Clinical Practice Guidelines for diagnosis, treatment and follow-up, 2023. Disponível em: https://www.esmo.org/guidelines<br>4. Movimento Oncológico Ginecológico. Guia do Cancro do Ovário. Disponível em: https://mogportugal.pt/wp-content/uploads/2023/01/Guia_Cancro_Ovario_19out2022.pdf<br>5. Globocan 2020. International Agency for Research on Cancer (IARC). “Cancer Tomorrow” – https://gco.iarc.fr/tomorrow<br>6. European Society for Medical Oncology (ESMO). Ovarian Cancer: ESMO Clinical Practice Guidelines, 2023.<br>American Cancer Society. “Ovarian Cancer Survival Rates by Stage”, 2022. – https://www.cancer.org</strong></h6>
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