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	<title>My Urologia</title>
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	<description>Notícias atualizadas sobre saúde urológica, tratamentos e bem-estar masculino e feminino. Informação de confiança para uma vida com mais qualidade.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Aug 2026 10:33:32 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Urologia</title>
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		<title>ERUS26 leva cirurgia robótica urológica a Pádua em setembro</title>
		<link>https://myurologia.pt/eventos/erus26-leva-cirurgia-robotica-urologica-a-padua-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 23.ª reunião anual da EAU Robotic Urology Section (ERUS26) realiza-se de 9 a 11 de setembro, em Pádua, Itália, com um programa centrado na cirurgia robótica urológica. O encontro, dedicado à partilha de conhecimento entre especialistas de vários países, reforça este ano a componente de cirurgia ao vivo, que terá maior expressão do que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 23.ª reunião anual da EAU Robotic Urology Section (ERUS26) realiza-se de 9 a 11 de setembro, em Pádua, Itália, com um programa centrado na cirurgia robótica urológica. O encontro, dedicado à partilha de conhecimento entre especialistas de vários países, reforça este ano a componente de cirurgia ao vivo, que terá maior expressão do que nas edições anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa inclui transmissão de intervenções, discussão de casos e sessões State-of-the-Art, com uma combinação de procedimentos de menor complexidade e casos complexos. Estarão representadas tanto a cirurgia urológica oncológica como a não oncológica, área que tem assumido maior relevância na cirurgia robótica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião inclui ainda sessões de posters e vídeos para apresentação de investigação, um Technology Forum e cursos da European School of Urology. O programa contempla também a participação de jovens urologistas, através do Young Academic Urologists – Robotic Working Group, e de enfermeiros de bloco e RNFAs, com o grupo de interesse especial da EAUN dedicado à endourologia e robótica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://erus.uroweb.org/">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Esteroides anabolizantes associados a disfunção erétil e hipogonadismo em homens jovens</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/esteroides-anabolizantes-associados-a-disfuncao-eretil-e-hipogonadismo-em-homens-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso prolongado de esteroides anabolizantes androgénicos está associado a alterações hormonais, hipogonadismo e disfunção erétil em homens jovens, segundo uma revisão de revisões publicada na revista Actas Urológicas Españolas. O trabalho analisou seis revisões sistemáticas selecionadas a partir das bases de dados Medline, Scopus, PubMed, CINAHL, ScienceDirect e SPORTDiscus. Apesar de os autores assinalarem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O uso prolongado de esteroides anabolizantes androgénicos está associado a alterações hormonais, hipogonadismo e disfunção erétil em homens jovens, segundo uma revisão de revisões publicada na revista Actas Urológicas Españolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho analisou seis revisões sistemáticas selecionadas a partir das bases de dados Medline, Scopus, PubMed, CINAHL, ScienceDirect e SPORTDiscus. Apesar de os autores assinalarem limitações metodológicas importantes (quatro revisões apresentaram um nível de confiança criticamente baixo na avaliação AMSTAR-2), os resultados mostraram conclusões consistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência disponível aponta para uma associação entre o uso prolongado de esteroides anabolizantes androgénicos e a redução dos níveis hormonais, incluindo a testosterona, bem como para alterações da função reprodutiva. Estes efeitos foram observados sobretudo em homens com idades entre os 28 e os 33 anos envolvidos em modalidades como halterofilismo, powerlifting e culturismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os investigadores, a supressão da produção endógena de testosterona pode originar hipogonadismo hipogonadotrófico, manifestando-se por diminuição da libido, atrofia testicular e disfunção erétil. Em alguns casos, os efeitos podem persistir durante meses ou mesmo anos após a interrupção do consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que os esteroides anabolizantes parecem ter um impacto negativo na função erétil e na saúde reprodutiva masculina, defendendo o reforço das estratégias de sensibilização para os riscos associados à sua utilização, particularmente entre utilizadores não profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S2173578626000302">aqui</a>.</p>
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		<title>Idade atrasa recuperação da continência após prostatectomia robótica</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/idade-atrasa-recuperacao-da-continencia-apos-prostatectomia-robotica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A idade associa-se a uma recuperação mais lenta da continência urinária após prostatectomia radical assistida por robótica, mas não deve, por si só, excluir doentes idosos da opção cirúrgica. É a principal conclusão de um estudo que avaliou 144 homens submetidos a prostatectomia radical assistida por robótica. Os doentes foram distribuídos por três grupos etários: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A idade associa-se a uma recuperação mais lenta da continência urinária após prostatectomia radical assistida por robótica, mas não deve, por si só, excluir doentes idosos da opção cirúrgica. É a principal conclusão de um estudo que avaliou 144 homens submetidos a prostatectomia radical assistida por robótica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os doentes foram distribuídos por três grupos etários: menos de 70 anos (n=74), 70-74 anos (n=36) e 75 ou mais anos (n=34). A continência foi avaliada aos 1, 2, 3, 4 e 6 meses através do questionário EPIC-26 e da avaliação independente pelo cirurgião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos três meses, a continência social, definida pelos autores a partir dos resultados do EPIC-26, foi alcançada por 85,1% dos homens com menos de 70 anos, 72,2% dos que tinham 70-74 anos e 58,1% dos ≥75 anos. Aos seis meses, as proporções subiram para 97,3%, 94,4% e 77,4%, respetivamente. A idade foi um preditor independente de recuperação mais tardia (HR 0,953; IC95% 0,933-0,973; p&lt;0,001).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo identificou ainda uma diferença entre a perceção dos doentes e a avaliação dos cirurgiões. Aos três meses, a continência sem recurso a penso foi estimada em 69,3% pelos cirurgiões, contra 37,3% segundo o EPIC-26, com concordância apenas moderada (κ=0,38).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores defendem, assim, a utilização sistemática de resultados reportados pelos próprios doentes na avaliação pós-operatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42545635/">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cancro da próstata: mais diagnósticos, maior exigência clínica</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/cancro-da-prostata-mais-diagnosticos-maior-exigencia-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto de crescente literacia em saúde e de envelhecimento populacional, o cancro da próstata impõe-se como um dos principais desafios da prática urológica. Paulo Conceição, assistente hospitalar de Urologia no IPO de Coimbra, traça um retrato dos dilemas clínicos que marcam o dia a dia dos serviços, sublinhando a importância de uma abordagem rigorosa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Num contexto de crescente literacia em saúde e de envelhecimento populacional, o cancro da próstata impõe-se como um dos principais desafios da prática urológica. <strong>Paulo Conceição</strong>, assistente hospitalar de Urologia no IPO de Coimbra, traça um retrato dos dilemas clínicos que marcam o dia a dia dos serviços, sublinhando a importância de uma abordagem rigorosa e atempada. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PAULO CONCEIÇÃO" src="https://player.vimeo.com/video/1178491857?h=a7f96fb812&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A atenção aos fatores de risco, a interpretação cuidada do PSA e o papel insubstituível do exame objetivo, incluindo o toque retal, são, no seu entender, pilares essenciais. A estes junta-se a necessidade de recorrer, de forma criteriosa, a meios complementares como ressonância magnética, ecografia e biópsia, assegurando um estadiamento preciso da neoplasia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O urologista defende uma vigilância ativa e estruturada, alertando para a elevada prevalência das patologias prostáticas e para o aumento da incidência tumoral. Num cenário em que se realizam mais exames e se detetam mais casos, a prioridade mantém-se: diagnóstico correto e tratamento ajustado, no momento certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta entrevista foi realizada durante a V Masterclass de Urologia Oncológica, decorrida a 26 de março, em Coimbra.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia robótica reforça resposta da Urologia na ULS Arco Ribeirinho</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/cirurgia-robotica-reforca-resposta-da-urologia-na-uls-arco-ribeirinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR) vai reforçar a sua capacidade tecnológica com a instalação, pela primeira vez, de um sistema de cirurgia robótica e de um equipamento de ressonância magnética, num investimento global de 4,6 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O sistema de cirurgia robótica, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR) vai reforçar a sua capacidade tecnológica com a instalação, pela primeira vez, de um sistema de cirurgia robótica e de um equipamento de ressonância magnética, num investimento global de 4,6 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema de cirurgia robótica, equipado com tecnologia de última geração, permitirá realizar procedimentos minimamente invasivos nas áreas de Urologia, Ginecologia e Cirurgia Geral. Segundo a ULSAR, a nova plataforma proporcionará maior precisão cirúrgica, contribuindo para aumentar a segurança clínica, reduzir o trauma operatório e favorecer uma recuperação mais rápida dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instituição destaca que este investimento representa um reforço da diferenciação dos cuidados prestados, permitindo disponibilizar técnicas cirúrgicas mais avançadas e reduzir a necessidade de encaminhar utentes para outras unidades do Serviço Nacional de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da cirurgia robótica, a ULSAR passará a dispor, pela primeira vez, de um equipamento de ressonância magnética, capaz de realizar exames em doentes adultos e pediátricos em áreas como neurorradiologia, oncologia, cardiologia, imagiologia osteoarticular, mama e angiografia, entre outras valências. A aquisição insere-se na medida do PRR destinada à modernização do equipamento médico pesado e dos sistemas cirúrgicos robóticos do SNS.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial aplicada à Urologia em destaque no 8.º Sábado Urológico</title>
		<link>https://myurologia.pt/eventos/inteligencia-artificial-aplicada-a-urologia-em-destaque-no-8-o-sabado-urologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Urologia (APU) promove, a 19 de setembro, no Hotel Montebelo Vista Alegre, em Ílhavo, o 8.º Sábado Urológico, que terá como temas principais a inteligência artificial aplicada à Urologia e Cancro da Próstata. O programa inclui uma sessão sobre os fundamentos da IA, abordando os modelos de linguagem de grande escala [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Portuguesa de Urologia (APU) promove, a 19 de setembro, no Hotel Montebelo Vista Alegre, em Ílhavo, o 8.º Sábado Urológico, que terá como temas principais a inteligência artificial aplicada à Urologia e Cancro da Próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa inclui uma sessão sobre os fundamentos da IA, abordando os modelos de linguagem de grande escala (LLM), os princípios para a construção de <em>prompts</em> e as ferramentas atualmente disponíveis para apoio à atividade clínica. O objetivo passa por explorar o potencial destas tecnologias na prática diária dos urologistas, bem como as suas limitações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos centrais será um <em>hackathon </em>dedicado à resolução de problemas clínicos relacionados com o cancro da próstata através de ferramentas de IA. Os participantes irão trabalhar em áreas como a pesquisa e síntese da evidência científica, o apoio à decisão clínica, a elaboração de materiais dirigidos aos doentes, o desenvolvimento de fluxos de trabalho assistidos por IA e a análise crítica dos riscos associados à sua utilização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão termina com uma atualização sobre estratégias para mitigar os efeitos adversos da terapêutica hormonal no cancro da próstata avançado, encerrando uma manhã de formação centrada na integração da inteligência artificial na prática urológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://apurologia.pt/8o-sabado-urologico-da-apu/">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myurologia.pt/eventos/inteligencia-artificial-aplicada-a-urologia-em-destaque-no-8-o-sabado-urologico/">Inteligência artificial aplicada à Urologia em destaque no 8.º Sábado Urológico</a> aparece primeiro em <a href="https://myurologia.pt">My Urologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cancro urológico: quando agir e quando vigiar?</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/cancro-urologico-quando-agir-e-quando-vigiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 10:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre a evidência científica e a prática quotidiana, a decisão clínica em Urologia continua a fazer-se num território de nuance. A partir de casos reais de cancro da próstata e do rim, José Pereira, assistente hospitalar de Urologia do IPO de Coimbra, sublinha uma ideia central: mais do que protocolos rígidos, impõe-se a capacidade de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myurologia.pt/entrevistas/cancro-urologico-quando-agir-e-quando-vigiar/">Cancro urológico: quando agir e quando vigiar?</a> aparece primeiro em <a href="https://myurologia.pt">My Urologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entre a evidência científica e a prática quotidiana, a decisão clínica em Urologia continua a fazer-se num território de nuance. A partir de casos reais de cancro da próstata e do rim, <strong>José Pereira</strong>, assistente hospitalar de Urologia do IPO de Coimbra, sublinha uma ideia central: mais do que protocolos rígidos, impõe-se a capacidade de interpretar sinais, gerir a incerteza e ajustar a resposta a cada doente. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="JOSÉ ALBERTO PEREIRA" src="https://player.vimeo.com/video/1178497940?h=875bf4c3b9&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No cancro da próstata, o desafio começa no rastreio, ainda de natureza oportunística em Portugal. Importa reconhecer fatores de risco, valorizar sinais de alarme e, sobretudo, saber interpretar o PSA para lá do valor isolado. A densidade e a cinética assumem um papel determinante na orientação clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na neoplasia renal, frequentemente assintomática, o diagnóstico surge muitas vezes de forma incidental. Perante uma massa renal, a abordagem exige rigor: caracterização por TAC e referenciação adequada, distinguindo vigilância de necessidade de intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta entrevista foi realizada durante a V Masterclass de Urologia Oncológica.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myurologia.pt/entrevistas/cancro-urologico-quando-agir-e-quando-vigiar/">Cancro urológico: quando agir e quando vigiar?</a> aparece primeiro em <a href="https://myurologia.pt">My Urologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Para além da primeira linha: personalização terapêutica no carcinoma urotelial metastático</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/para-alem-da-primeira-linha-personalizacao-terapeutica-no-carcinoma-urotelial-metastatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este foi o tema do simpósio da Merck no II Congresso Português de Urologia Oncológica, que decorreu nos dias 8 e 9 de maio, na Figueira da Foz.&#160;Rodrigo Vicente, da Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra, discutiu os dados dos ensaios clínicos e de vida real relativos às terapêuticas de primeira linha no carcinoma urotelial [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myurologia.pt/atualidade/para-alem-da-primeira-linha-personalizacao-terapeutica-no-carcinoma-urotelial-metastatico/">Para além da primeira linha: personalização terapêutica no carcinoma urotelial metastático</a> aparece primeiro em <a href="https://myurologia.pt">My Urologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Este foi o tema do simpósio da Merck no II Congresso Português de Urologia Oncológica, que decorreu nos dias 8 e 9 de maio, na Figueira da Foz.&nbsp;<strong>Rodrigo Vicente</strong>, da Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra, discutiu os dados dos ensaios clínicos e de vida real relativos às terapêuticas de primeira linha no carcinoma urotelial metastático, com destaque para a combinação de anticorpo conjugado com imunoterapia e para a quimioterapia com imunoterapia concomitante ou em manutenção.&nbsp;<strong>Ângela Dias</strong>, da ULS Almada/Seixal, moderou a sessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A introdução de novas terapêuticas no carcinoma urotelial trouxe novos paradigmas e novas oportunidades aos nossos doentes”, explicou Rodrigo Vicente. “Na primeira linha metastática, temos várias opções e importa discutir não apenas o que tratar, mas também quem e quando tratar, num equilíbrio entre eficácia, toxicidade e preferências do doente”, prosseguiu o oncologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Rodrigo Vicente, “o tratamento do carcinoma urotelial é desafiante, pois falamos de doentes muitas vezes fumadores, idosos e com comorbilidades”. “Do ponto de vista biológico, o carcinoma urotelial cobre um amplo espectro, desde o aparelho baixo ao aparelho alto, desde doença não invasiva indolente até doença músculo-invasiva com padrões de metastização difíceis de prever”, clarificou o médico. “Além disso, temos ainda a agressividade das terapêuticas, quer em contexto precoce, quer em fases mais avançadas da doença”, completou o palestrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigo Vicente realçou também “as descobertas moleculares das últimas décadas no carcinoma urotelial, as quais redefiniram o tratamento da doença avançada”. “Atualmente, encontramo-nos numa era de personalização terapêutica, onde conjugamos várias classes farmacológicas e devemos ter especial atenção à sequenciação terapêutica”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as&nbsp;<em>guidelines</em>, em primeira linha, os doentes com carcinoma urotelial avançado devem receber preferencialmente a combinação de enfortumab vedotina e pembrolizumab. Em caso de indisponibilidade ou contraindicação para esta associação, a seleção terapêutica deve basear-se na elegibilidade para platina: cisplatina, gemcitabina e nivolumab em doentes elegíveis apenas para cisplatina; platina e gemcitabina, seguidas de manutenção com avelumab, em doentes elegíveis para cisplatina ou carboplatina; imunoterapia em monoterapia em doentes não elegíveis para platina com expressão de PD-L1.<sup>1,2&nbsp;</sup>Seguidamente, o orador apresentou os ensaios clínicos de fase 3 que estiveram na base destas recomendações, ressalvando, contudo, que “não existem estudos aleatorizados de fase 3 de comparação direta entre estas terapêuticas no carcinoma urotelial metastático”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo EV-302</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo EV-302 aleatorizou doentes com carcinoma urotelial avançado, elegíveis para platina, para tratamento de primeira linha com enfortumab vedotina + pembrolizumab vs. quimioterapia.<sup>3&nbsp;</sup>Tratava-se, portanto, de um “esquema isento de quimioterapia”, comentou Rodrigo Vicente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após uma mediana de seguimento de 17,2 meses, a combinação de enfortumab vedotina + pembrolizumab foi superior à quimioterapia, em termos de sobrevivência global (OS) e de sobrevivência livre de progressão (PFS). A mediana de OS foi de 31,5 meses no braço de enfortumab vedotina + pembrolizumab vs. 16,1 meses no braço da quimioterapia (HR=0,47); a mediana de PFS foi de 12,5 vs. 6,3 meses, respetivamente (HR=0,45).<sup>3&nbsp;</sup>A atualização dos dados aos 2,5 anos confirmou os resultados de sobrevivência, com taxas de resposta objetiva de 67,5% nos doentes tratados com enfortumab vedotina + pembrolizumab vs. 44,2% nos doentes que receberam quimioterapia.<sup>4&nbsp;</sup>“Todos os subgrupos beneficiaram da terapêutica com enfortumab vedotina + pembrolizumab, independentemente da expressão de PD-L1, da localização do tumor e da existência ou não de doença visceral metastática”<sup>4</sup>, realçou o oncologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que respeita à segurança, “enfortumab vedotina + pembrolizumab apresenta um perfil de toxicidade único, com efeitos adversos cutâneos, neurológicos, metabólicos e pulmonares”, elencou o especialista.<sup>4</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um inquérito realizado a nível global sugeriu que “enfortumab vedotina + pembrolizumab poderá não ser adequado para todos os doentes”. Entre as potenciais contraindicações absolutas para esta combinação, os médicos inquiridos apontaram um ECOG&nbsp;<em>performance status&nbsp;</em>³3, distúrbios da retina ou da córnea, diabetes descompensada, neurotoxicidade de grau ³2, doença cutânea grave ou histologia atípica (componente urotelial &gt;50% ou disfunção hepática de grau ³2).<sup>5&nbsp;</sup>“Estes fatores não estão validados prospetivamente”, notou Rodrigo Vicente. Este questionário revelou ainda que, em doentes não elegíveis para enfortumab vedotina + pembrolizumab, 53,2% dos inquiridos preferiam esquemas de quimioterapia baseada em platina com avelumab de manutenção.<sup>5</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo CheckMate 901</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo CheckMate 901 comparou nivolumab + cisplatina + gemcitabina vs. cisplatina + gemcitabina no tratamento de primeira linha de doentes com carcinoma urotelial avançado, elegíveis para cisplatina.<sup>6&nbsp;</sup>Esta foi, pois, “uma estratégia de intensificação terapêutica com quimioterapia e imunoterapia concomitante”, explicou Rodrigo Vicente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após uma mediana de seguimento de 33,6 meses, a mediana de OS foi de 21,7 meses no braço de nivolumab + cisplatina + gemcitabina vs. 18,9 meses no braço de cisplatina + gemcitabina (HR=0,78), com benefício da combinação de imunoterapia e quimioterapia vs. quimioterapia na maioria dos subgrupos analisados.<sup>6</sup>&nbsp;“A separação das curvas de sobrevivência ocorre após os primeiros 6 meses de terapêutica, o que nos leva a questionar se haverá uma verdadeira sinergia entre a quimioterapia e a imunoterapia quando administradas concomitantemente”<sup>6</sup>, comentou o orador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A toxicidade de nivolumab + cisplatina + gemcitabina foi “a esperada para uma combinação de imunoterapia e quimioterapia, correspondendo ao que estamos habituados na nossa prática clínica”, referiu o oncologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo JAVELIN Bladder 100</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, o estudo JAVELIN Bladder 100 avaliou a melhor terapêutica de suporte com ou sem avelumab de manutenção, em doentes com carcinoma urotelial avançado, elegíveis para platina, com resposta ou doença estável após quimioterapia à base de platina em primeira linha.<sup>7</sup>&nbsp;“Estamos perante uma estratégia de consolidação com imunoterapia após quimioterapia e, portanto, devemos ser cautelosos nas comparações numéricas com outros ensaios clínicos”, esclareceu Rodrigo Vicente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A adição de manutenção com avelumab aos melhores cuidados de suporte prolongou significativamente a OS vs. melhores cuidados de suporte apenas”, afirmou o especialista. Após uma mediana de seguimento &gt;19 meses, a mediana de OS foi de 21,4 meses no braço de avelumab vs. 14,3 meses no braço controlo (HR=0,69).<sup>7&nbsp;</sup>Estes dados foram confirmados após um seguimento ³2 anos, com uma mediana de OS de 23,8 vs. 15,0 meses, respetivamente (HR=0,76).<sup>8&nbsp;</sup>Uma análise exploratória revelou ainda que, desde o início da quimioterapia em primeira linha, a mediana de OS foi de 29,7 meses no braço de avelumab vs. 20,5 meses no braço controlo (HR=0,77).<sup>9&nbsp;</sup>“O benefício de OS com avelumab de manutenção foi consistente nos subgrupos analisados, independentemente da expressão de PD-L1, da administração de 4 ou 6 ciclos de quimioterapia prévia e da localização do tumor”<sup>8</sup>, destacou o palestrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente à segurança de avelumab de manutenção, o oncologista assegurou que “na prática clínica, estamos muito habituados a gerir a toxicidade de uma monoterapia com imunoterapia” e que “avelumab não teve um impacto significativo na qualidade de vida dos doentes<sup>10</sup>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo DISCUS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“A qualidade de vida dos doentes é uma preocupação para nós”, reiterou Rodrigo Vicente. “Haverá impacto, em termos de sobrevivência e de qualidade de vida, se em vez da administração de 6 ciclos de quimioterapia forem administrados apenas 3 ciclos de quimioterapia antes da manutenção com avelumab em primeira linha, em doentes com carcinoma urotelial avançado?”, indagou. Esta foi a pergunta à qual o DISCUS, um ensaio clínico de fase 2, procurou responder.<sup>11</sup>&nbsp;“O estudo confirmou que os doentes têm melhor qualidade de vida fazendo apenas 3 ciclos de quimioterapia vs. 6 ciclos, com resultados de sobrevivência e taxas de resposta semelhantes”<sup>11</sup>, partilhou o médico. Portanto, “esta poderá ser uma estratégia a aplicar na prática clínica”, considerou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudos de vida real</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nos últimos anos, conquistámos bastante experiência com avelumab de manutenção”, declarou Rodrigo Vicente, destacando alguns estudos de vida real que avaliaram a terapêutica de manutenção com avelumab em primeira linha, em doentes com carcinoma urotelial avançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo AVAMUC, realizado em Portugal, incluiu 105 doentes provenientes de 13 instituições. Os resultados foram consistentes com os do estudo JAVELIN Bladder 100, com uma mediana de OS de 39,5 meses.<sup>12&nbsp;</sup>Rodrigo Vicente salientou que “os doentes expostos à imunoterapia durante o período da manhã podem beneficiar mais, em termos de sobrevivência, do que os doentes expostos ao tratamento durante a tarde (HR=0,35)”. Após progressão, 43% dos doentes receberam enfortumab vedotina, com uma mediana de OS de 23,1 meses desde o início da terapêutica com avelumab.<sup>12</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em França, o estudo AVENANCE incluiu 595 doentes provenientes de 82 instituições.<sup>13</sup>&nbsp;“Este estudo incluiu uma população muito próxima da que observamos na prática clínica, com doentes piores relativamente ao ensaio clínico”, assinalou o orador. “Ainda assim, os dados estiveram em linha com os do JAVELIN Bladder 100”, enfatizou. A mediana de OS foi de 21,3 meses desde o início de avelumab e de 26,5 meses desde o início da quimioterapia em primeira linha.<sup>13</sup>&nbsp;No que concerne à sequenciação terapêutica, o médico realçou que “em doentes que receberam enfortumab vedotina em segunda linha, a mediana de OS foi de 41,5 meses”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o estudo japonês JAVEMACS incluiu 349 doentes provenientes de 26 instituições.<sup>14</sup>&nbsp;A mediana de OS foi de 30,6 meses,“confirmando o benefício da terapêutica de manutenção com avelumab”, inferiu o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Individualização do tratamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando prescrevemos uma terapêutica no carcinoma urotelial avançado, devemos entender os atributos do tratamento, as características do doente, as características da doença, e o acesso e custos da terapêutica”, lembrou Rodrigo Vicente. “Atualmente, temos três estratégias de primeira linha validadas”, prosseguiu. “Enfortumab vedotina com pembrolizumab é uma mudança de paradigma, mas a quimioterapia com imunoterapia concomitante ou em manutenção continua a ser relevante na prática clínica”, sublinhou o médico. “Portanto, a individualização terapêutica e a tomada de decisão partilhada são essenciais”, concluiu.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Referências:</strong></p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Powles T, et al. Ann Oncol. 2024;35(6):485-490.</li>



<li>EAU Guidelines on Muscle-invasive and Metastatic Bladder Cancer 2026.</li>



<li>Powles T, et al. N Engl J Med. 2024;390(10):875-888.</li>



<li>Powles T, et al. Ann Oncol. 2025;36(10):1212-1219.</li>



<li>Grande E, et al. Oncologist 2025;30(10):oyaf333.</li>



<li>van der Heijden MS, et al. N Engl J Med. 2023;389(19):1778-1789.</li>



<li>Powles T, et al. N Engl J Med. 2020;383(13):1218-1230.</li>



<li>Powles T, et al. J Clin Oncol. 2023;41(19):3486-3492.</li>



<li>Sridhar S, et al. J Clin Oncol. 2023;41(6_suppl):508.</li>



<li>Grivas P, et al. Eur Urol 2023;83(4):320-328.</li>



<li>Powles T, et al. Ann Oncol 2026;37(2):250-259.</li>



<li>Gonçalves L, et al. Cancers 2025;17(5):898.</li>



<li>Barthélémy P, et al. Eur Urol Oncol 2025;8(2):407-416.</li>



<li>Kobayashi T, et al. J Clin Oncol 2026;44(7_suppl):674.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">PT-AVE-00179</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data de preparação 06/2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Merck, S.A</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edifício DUO Miraflores, Alameda Fernão Lopes, 12 – 5º, 1495-190 Algés, Portugal</p>



<p class="wp-block-paragraph">NIPC: 500 650&nbsp;870</p>
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		<title>Entre o quístico e o sólido: onde começa a urgência</title>
		<link>https://myurologia.pt/entrevistas/entre-o-quistico-e-o-solido-onde-comeca-a-urgencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São, na maioria dos casos, um achado inesperado, e é precisamente aí que reside o desafio clínico. As massas renais surgem hoje predominantemente de forma incidental, muitas vezes no decurso de exames solicitados em cuidados de saúde primários, sem sintomatologia associada. Ricardo Godinho, assistente hospitalar de Urologia do IPO Coimbra, sublinha que este novo padrão [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">São, na maioria dos casos, um achado inesperado, e é precisamente aí que reside o desafio clínico. As massas renais surgem hoje predominantemente de forma incidental, muitas vezes no decurso de exames solicitados em cuidados de saúde primários, sem sintomatologia associada. <strong>Ricardo Godinho</strong>, assistente hospitalar de Urologia do IPO Coimbra, sublinha que este novo padrão de diagnóstico exige uma leitura criteriosa e integrada. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="RICARDO GODINHO" src="https://player.vimeo.com/video/1178488871?h=0693707eda&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A distinção entre lesões quísticas e sólidas torna-se determinante: enquanto as primeiras tendem a traduzir quadros benignos, frequentemente resolvidos com vigilância, as lesões sólidas impõem investigação adicional, com recurso à tomografia computorizada. Ainda assim, segundo o urologista, a decisão não se limita à imagem. A avaliação clínica global, incluindo antecedentes e fatores de risco, é decisiva na estratificação. Perante suspeita de tumor renal, a referenciação para Urologia deve ser célere, podendo a cirurgia afirmar-se como o passo seguinte num percurso que, cada vez mais, começa por acaso.</p>
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		<title>FOCUS‑ON: Atualização clínica em Oncologia</title>
		<link>https://myurologia.pt/atualidade/focus-on-atualizacao-clinica-em-oncologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como tem evoluído a abordagem no Cancro da Próstata? O FOCUS-ON consiste num programa educacional concebido pelo Departamento Médico da Pfizer, composto por 7 módulos destinados a profissionais de saúde, que abordam diferentes temas da oncologia urológica com base na evidência científica disponível e na prática clínica. Neste contexto, o Departamento Médico da Pfizer Portugal [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Como tem evoluído a abordagem no Cancro da Próstata? O FOCUS-ON consiste num programa educacional concebido pelo Departamento Médico da Pfizer, composto por 7 módulos destinados a profissionais de saúde, que abordam diferentes temas da oncologia urológica com base na evidência científica disponível e na prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, o Departamento Médico da Pfizer Portugal desenvolveu o FOCUS‑ON, um curso em formato e‑learning, on‑demand, concebido para apoiar a prática clínica através de uma abordagem científica e atual.<br>O curso reúne especialistas nacionais e está organizado em diferentes módulos dedicados a várias patologias oncológicas, incluindo: cancro do pulmão, cancro da mama, cancro da próstata e mieloma múltiplo</p>



<p class="wp-block-paragraph">O FOCUS‑ON tem como principais objetivos: contribuir para a melhoria do diagnóstico, estadiamento e follow-up dos doentes oncológicos e atualizar o conhecimento sobre opções terapêuticas e gestão de complicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Registe‑se na plataforma e aceda ao curso através deste <a href="https://grv-eu-production.pfizer-eu.auth0.com/login?state=hKFo2SAyZ2hoeWgyV3puTW8wMndOWFVQcEVPYkRfYWpjaGNQdqFupWxvZ2luo3RpZNkgdHgtc0thYTRYVHZpMm5TeEVBOWV1NEFxU2RYekowWW-jY2lk2SBJc3ExbWdVemVaaG5GQWg4UjFzZlBzQ0JXbUZUUVc5Rg&amp;client=Isq1mgUzeZhnFAh8R1sfPsCBWmFTQW9F&amp;protocol=oauth2&amp;response_type=code&amp;scope=openid%20profile%20email%20offline_access&amp;redirect_uri=https%3A%2F%2Fmedia.pfizermedical.pt%2Fgrv%2Fauthorize&amp;appId=11518170-e334-4de3-a714-5458a89454a9&amp;appVersion=production&amp;clientId=6827174eb7ce0&amp;mock=false&amp;locale=pt-pt&amp;env=production&amp;origin=https%3A%2F%2Fmedia.pfizermedical.pt&amp;screen=sign_in&amp;audience=https%3A%2F%2Fgrv-backend.pfizer.com&amp;form=signIn&amp;grv_analytics=true" data-type="link" data-id="https://grv-eu-production.pfizer-eu.auth0.com/login?state=hKFo2SAyZ2hoeWgyV3puTW8wMndOWFVQcEVPYkRfYWpjaGNQdqFupWxvZ2luo3RpZNkgdHgtc0thYTRYVHZpMm5TeEVBOWV1NEFxU2RYekowWW-jY2lk2SBJc3ExbWdVemVaaG5GQWg4UjFzZlBzQ0JXbUZUUVc5Rg&amp;client=Isq1mgUzeZhnFAh8R1sfPsCBWmFTQW9F&amp;protocol=oauth2&amp;response_type=code&amp;scope=openid%20profile%20email%20offline_access&amp;redirect_uri=https%3A%2F%2Fmedia.pfizermedical.pt%2Fgrv%2Fauthorize&amp;appId=11518170-e334-4de3-a714-5458a89454a9&amp;appVersion=production&amp;clientId=6827174eb7ce0&amp;mock=false&amp;locale=pt-pt&amp;env=production&amp;origin=https%3A%2F%2Fmedia.pfizermedical.pt&amp;screen=sign_in&amp;audience=https%3A%2F%2Fgrv-backend.pfizer.com&amp;form=signIn&amp;grv_analytics=true">link</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">EM-PRT-ONC-0039 Versão 1.0</p>



<p class="wp-block-paragraph">PP-UNP-PRT-1624 | junho 2026</p>
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